© 2013 Publicações ocasionais com vistas à edificação do povo de Deus. Artigos na maioria traduzidos e usados com permissão, ou em domínio público.

CEIA DO SENHOR

11.03.2019

Nas revelações por palavras expressas pelo próprio Senhor Jesus temos ordenança para estes Últimos Dias da Igreja quanto à celebração da CEIA DO SENHOR, minimamente no primeiro dia da semana:

“Enquanto comiam, Jesus tomou o pão e, abençoando-o, o partiu e deu aos discípulos, dizendo: Tomai, comei; isto é o meu corpo. E tomando um cálice, rendeu graças e deu-lho, dizendo: Bebei dele todos; porque isto é o meu sangue; o sangue do novo testamento, que é derramado por muitos, para remissão dos pecados. Mas digo-vos que desde agora não mais beberei deste fruto da videira até aquele dia em que convosco o beba de novo, no reino do meu Pai.”. Mateus 26:26-30

“Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e havendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice dizendo: Este cálice é o novo pacto no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim. Porque todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes do cálice estareis anunciando a morte do Senhor, até que ele venha”. I Coríntios 11:23-26

Assim, a exemplo da Igreja Primitiva conforme revelado em Atos 20:7, “No primeiro dia da semana, tendo-nos reunido a fim de partir o pão, Paulo, que havia de sair no dia seguinte, falava com eles, e prolongou o seu discurso até a meia noite”, nos reunimos também, cerimonialmente, neste primeiro dia da semana, “anunciando a morte do Senhor, até que ele venha”,  em seguida, oraremos silenciosamente em confissão e súplica, para então abrirmos a Palavra de Deus, dirigidos pelo Espírito Santo, para crescimento no conhecimento da Verdade, que edificará o nosso testemunho, tudo para honra e glória do Senhor Jesus. 

Hoje, 10 de março de 2.019, veremos a importância doutrinária da Ascenção de Cristo que repousa, não tanto em sua saída deste mundo, mas principalmente em sua chegada ao céu, corrigindo em parte a errônea ênfase dada à ideia de muitos de que Cristo permaneceu residente na terra até a sua ascenção sobre as nuvens no Pentecostes. Contrariamente, é revelado nos textos abaixo, que desde o dia da sua ressurreição, Ele já residia no céu e, retornava à terra sempre quando o contato com os discípulos assim o exigisse: 

“Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim”. João 17:22-23 

“Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vem a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo”.   João 17:24 

“Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus”. João 20:17 

“Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro dia da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco”. João 20:19 

Todas essas passagens revelam claramente que, ainda no primeiro dia da semana, o dia da Ressurreição, Cristo ascendeu ao Céu e veio de volta para estar, e isso repetido sempre que necessário, em contato com seus discípulos, até a sua partida final sobre as nuvens do céu.

Nesta primeira celebração da Ceia do Senhor na Igreja virtual publicada em www.pubgv.com, onde hoje apenas dois estão fisicamente reunidos em nome de Jesus, a lição que compartilhamos é no sentido de testemunhar sobre a continuidade sagrada a ser mantida entre a morte do Filho do Homem, o Deus Encarnado e a sua apresentação no céu, continuidade essa que não permitiria qualquer contato, entre o abandono da primeira esfera de relacionamento com Seus seguidores por sua morte e ressurreição, com a nova esfera de relacionamento que só poderia acontecer a partir da sua apresentação no céu, a fim de lá  Ele haver completado toda a sua obra redentora. 

Ao amanhecer Ele não pôde ser tocado até ascender, quando faz a amorosa declaração a Maria, "Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus", João 20:17 mas já no final da tarde do mesmo dia pôde ser tocado, quando declara aos discípulos que, diante da aparição dEle, estavam surpresos e atemorizados, pensando estar diante de um espírito: “Por que estais perturbados? E por que sobem dúvidas ao vosso coração? Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e verificai, porque um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Dizendo isto, mostrou-lhes as mãos e os pés”. Lucas 24:38-40

Das duas ascensões registradas, a da manhã porta um significado doutrinário maior, pois, Ele tinha dito a seu Pai: “Mas agora vou para ti”. João 17.13 E este retorno é ensinado, a todos nós nesta reunião dominical, como a sequência natural após o Calvário. Ele viera do Pai com o propósito de assegurar a redenção do homem, conforme revelado em Hebreus 10:4-7 “porque é impossível que o sangue de touros e de bodes remova pecados. Por isso, ao entrar no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste; antes, um corpo me formaste, não te deleitaste com holocaustos e ofertas pelo pecado. Então, eu disse: Eis aqui estou (no rolo do livro está escrito a meu respeito), para fazer, ó Deus, a tua vontade”.

Concluindo, deixo meu testemunho do novo entendimento sobre o portal de alguns cemitérios, nós que aqui estamos por Vós esperamos, agora corrigido à luz da Bíblia, “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras”. 1 Tessalonicenses 4:16-18 

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